País insular no Oceano Pacífico, é um arquipélago com mais de 3.400 ilhas. Altamente industrializado, o Japão é um país exportador de produtos manufaturados. É também um país de contrastes: templos delicados, de centenas de anos, encontram-se ao lado de prédios construídos segundo as últimas tendências da arquitetura contemporânea. Os japoneses chamam seu país de Nippon, que significa fonte do sol.
Cerca de 85% do território é montanhoso – fato que obrigou 40% da população a concentrar-se em apenas 1% do território situado nas estreitas planícies da costa do Oceano Pacífico. A densidade demográfica das cidades japonesas ali localizadas chega a 1.000 hab./km². Situado nas bordas de duas placas tectônicas, e nas proximidades de outras duas, o país é extremamente instável geologicamente, sofrendo constantemente com terremotos e vulcões.
Uma grande potência econômica, o Japão possui a segunda maior economia do mundo em PIB nominal e a terceira maior em poder de compra. É também o quarto maior exportador e o sexto maior importador do mundo, além de ser o único país asiático membro do G7. O país mantém uma força de segurança moderna e ampla que é utilizada para auto-defesa e para funções de manutenção da paz. O Japão possui um padrão de vida muito alto (10º maior IDH), com a maior expectativa de vida do mundo (de acordo com estimativas da ONU e da OMS) e a terceira menor taxa de mortalidade infantil.
· Localização
O Japão é um país formado por um arquipélago com mais de 3 mil ilhas, com área de 377.835 km², localizado no Círculo do Fogo do Pacífico. As principais ilhas são Hokaido, Honshu, Shikoku e Kiushu. Pode se dizer que a localização do país é estratégica pois, está junto à costa oriental da Ásia, com acesso continente, e ao mesmo tempo está voltado para a América (apesar da distância) e a Oceania.
Relevo
O Relevo Japonês é 80% composto por Montanhas Jovens (período geológico) e 15% de Planícies litorâneas. A área é instável, pois se localiza numa região de Convergência de Placas tectônicas.
Por estar no Círculo de Fogo apresenta constantes tremores de terra, terremotos, os quais variam de intensidade, e por isso a infraestrutura é mais bem preparada. Mas podem ocorrer grandes catástrofes naturais como Tsunamis e Fortes Terremotos, com o de 2011 que geram grandes destruições e mortes.
O solo é Fértil, pois é Vulcânica, porém devido à essa formação Geológica é pobre em Recursos Naturais, Minerais e Energéticos.
· Hidrografia
A Hidrografia apresenta Rios de pequena extensão e de curso acidentado (por isso energético), os destaques ficam para os Rios Ishikari, Tone e Shinano.
· Clima
O Clima é Temperado Frio ao Norte e Subtropical no Centro-Sul, devido a latitude (Zona Temperada do Norte). Sofre influências das Correntes Marítimas Oya Shivo (ou Curilas) que passa no norte e é fria, e da corrente Kuro Shivo (do Japão) ao sul, que é quente.
· Vegetação
É formada de 50 a 72 % de floresta de coníferas. Há os estepes na Ilha de Hokkaido e taiga, no restante do país.
Língua oficial: japonês.
Composição étnica: japoneses.
Religião: maioria xintoísta e budista.
População
O Japão é uma sociedade urbana industrializada, e mais de três quartos dos povos vivem em áreas metropolitanas. Somente 4,6% da mão-de-obra estão voltadas para a agricultura. A maior parte da população se concentra na costa do Pacífico entre Honshu e norte de Kyushu.
· Costumes
Apreciação das flores cerejeiras (HANAMI)
Os japoneses tem um profundo apego pelas flores de cerejeiras (Sakura no hana), que florescem entre meados de março a fins de abril. Os japoneses se reúnem debaixo das cerejeiras com seus colegas de trabalho ou com seus amigos e admiram as flores, comendo e bebendo.
Festa das meninas (HINAMATSURI)
Festa realizada para as meninas no dia 3 de março, festejando seu crescimento. É comemorado decorando-se com bonecos (HINA NINGYO) e comendo doces feitos a base de arroz (Hina arare ou hishimochi). Também é conhecido como JOSHI NO SEKKU.
Osechi ryori – é a comida especial oferecida aos familiares e amigos. Geralmente costuma-se colocá-los em tigelas especiais, o Juubako.
Kadomatsu – são bambus enfeitados, colocados na entrada (do lado esterior) da casa, para atrair bons fluídos.
Gueixa
Mulher japonesa treinada desde jovem nas artes da dança, do canto e da conversação, para propiciar entretenimento e companhia agradável, especialmente a fregueses do sexo masculino, em casas de chá e banquetes.
“Mundo de flores e salgueiros”, karyukai, assim é chamada a sociedade das gueixas. A gueixa é considerada pelos próprios japoneses como “mais japonesa” do que qualquer outro grupo. Sua principal função está em criar uma atmosfera agradável num ambiente de reunião, de festa, um encontro que os clientes solicitam. Elas dançam, tocam, servem bebida, conversam sobre temas variados e importantes e acima de tudo: guardam um segredo como ninguém mais.
Para distingui-las das prostitutas, elas não podiam usar quimonos muito chamativos, não mais que três kanzashis (palitos decorativos para cabelos) e apenas um pente de casco de tartaruga. O obi delas agora devia ser amarrado nas costas, o amarrado na frente seria usado pelas prostitutas, o que ia facilitar já que elas se despiam várias vezes no dia.
Seu rosto branco é resultado da aplicação de um pó chamado haku. Nos cabelos são usadas as peças de adorno mais importantes, os pentes, alfinetes que podem ser de coral, opalas ou outro elemento, oskanzashis (palito/joia) e adornos metálicos. Podem ser vistas também flores em sua cabeça, como a ameixeira.
Curiosos enfeites podem ser vistos também na cabeça, como arroz com casca e a figura de uma pomba de massa, sem olhos. Um homem pode pedir para desenhar os olhos na pomba, esse é um sinal de que a deseja como amante naquela noite.
A roupa é composta pelo quimono de cauda, sempre estampado, bordado e colorido porém discreto, e o obi na cintura. A pose de segurar a barra do quimono com a mão esquerda é típico de uma gueixa. Os tamancos costumam ser altos (12 a 20cm) e a área que tocam o chão corresponde à metade do comprimento dos pés.
· História
Primeiros Tempos
O Japão antigo era controlado por clãs de guerreiros, cada um comandado por um chefe. Por volta do ano 400 d.C., o clã Yamato havia se tornado o mais poderoso do centro do Japão. Os chefes dos clãs são considerados os ancestrais da família imperial japonesa.
O Budismo chegou ao Japão por volta de 552 d.C., proveniente da China e da Coreia. Os budistas trouxeram a língua escrita, as artes e ofícios chineses. O príncipe Shotoku, que governou o Japão de 593 até sua morte, em 662, estimulou os japoneses a adotar a cultura chinesa. Ele é frequentemente chamado de fundador da civilização japonesa.
Uma nova classe guerreira chegou ao poder no Japão entre 1160 e 1200. Yoritomo estabeleceu seu governo militar em Kamakura, perto da Baía de Tóquio. Em 1192, o imperador lhe deu o título de xogum (general), permitindo-lhe que exercesse o poder de fato no Japão, em nome dele. O controle dos xoguns durou até 1867.
· Imperialismo e Industrialização
Em 1543, os marinheiros portugueses foram os primeiros europeus a conhecerem as ilhas orientais. Em 1549, um padre jesuíta espanhol, São Francisco Xavier, chegou a Kagoshima. Ele deu início à catequização dos japoneses. Alguns anos depois, os xoguns passaram a temer a possibilidade de invasão por alguma potência colonialista europeia. Eles tinham medo de que os missionários e comerciantes pudessem trazer consigo exércitos europeus, com o objetivo de conquistar as ilhas.
A partir de 1636, o país viveu um período de reclusão. Os japoneses obrigaram todos os mercadores europeus a abandonar o país, com exceção dos holandeses, que não haviam tentado difundir o Cristianismo. O Japão tornou-se um país isolado do resto do mundo até meados do séc. XIX.
Em 1853, uma frota da marinha de guerra dos EUA foi enviada ao país para forçar sua abertura comercial. Quando os norte-americanos aportaram, encontraram uma nação feudal. Diante da demonstração de força dos EUA, o Japão assinou o Tratado de Kanagawa, que abriu o comércio e estabeleceu relações diplomáticas entre os dois países.
Em 1867, o imperador Mutsuhito anunciou a restauração do Império. Publicou uma carta de juramento prometendo reformas econômicas, políticas e sociais. Esse período ficou conhecido como Era Meiji, que significa governo ilustrado. A primeira Constituição do Japão foi promulgada em 1889. Pela Carta Magna japonesa, o imperador era chefe de Estado. As reformas econômicas, por sua vez, visavam eliminar os entraves e resquícios do modo de produção feudal, preparando o Japão para o capitalismo.
· Conflitos com a China
Na década de 1880, o Japão e a China passaram a disputar a Coreia, que era controlada pela China. Essa rivalidade culminou com a Guerra Sino-Japonesa (1894-1895), da qual o Japão saiu vencedor. A China foi obrigada a abdicar da Coreia e a ceder Taiwan ao Japão.O pano de fundo da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi a divisão de mercados e colônias entre as potências imperialistas. O Japão entrou na guerra diante da possibilidade de anexar as colônias da Alemanha na Bacia do Pacífico e as concessões alemãs na China. Conquistou seus objetivos e expandiu o Império do Sol Nascente.Em setembro de 1931, as tropas japonesas provocaram uma explosão perto da cidade de Chen-Yang. Acusaram os soldados chineses pela agressão e passaram a ocupar toda a Manchúria. Essa ação militar e a retirada do Japão da Liga das Nações marcam o início do período de expansão e política externa mais agressiva em busca de mercados consumidores de produtos manufaturados e fornecedores de matérias-primas, bem como de áreas para investir capitais.Em agosto de 1937, as tropas japonesas ocuparam Tien-Tsin e Pequim. Conquistaram Nanquim em dezembro. Assumiram o controle do norte e do centro da China e tomaram Cantão, no sul, em fins de 1938.
Em setembro de 1940, o Japão firmou uma aliança com a Alemanha e a Itália. Em 7 de dezembro de 1941, a expansão imperialista japonesa atingiu o seu auge com o ataque à base da frota naval do Pacífico, em Pearl Harbor. O incidente marcou a entrada oficial dos EUA na guerra. No início do conflito, o Japão obteve muitas vitórias importantes, mas com o desenrolar dos acontecimentos a ofensiva passou a favorecer aos aliados.Em agosto de 1945, os EUA realizaram o primeiro ataque nuclear às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Em 2 de setembro de 1945, o Japão se rendeu, pondo fim à guerra. O país estava arrasado. Muitas de suas cidades encontravam-se em ruínas, as indústrias haviam sido destruídas e as forças aliadas ocuparam o país, com o objetivo de desmilitarizá-lo e estimular a criação de uma democracia burguesa nos moldes ocidentais.
· O Japão na Atualidade
Em 1955, várias facções políticas uniram-se e criaram o Partido Liberal Democrata (PLD). Esse partido – que congregava tanto conservadores como liberais – dominou a vida política do Japão durante a maior parte da segunda metade do séc. XX.
Em 1960, depois da assinatura de um tratado de cooperação mútua e segurança com os EUA, foram realizados violentos protestos que levaram o presidente norte-americano Eisenhower a cancelar uma visita ao Japão. O primeiro-ministro japonês Nobusuke Kishi renunciou, devido à oposição ao tratado. Em 1970, ele foi concretizado sem resistências.
A partir de 1988, o governo do primeiro-ministro Noboru Takeshita passou a ser acusado de corrupção, o que muito o abalou. Os escândalos descobertos foram temporariamente ofuscados pela morte do imperador Hirohito, em janeiro de 1989, que foi substituído por seu filho e herdeiro, o príncipe Akihito. Em abril, após ser acusado de receber suborno da empresa Recruit, Takeshita renunciou.
Em 1993, novos escândalos de corrupção provocaram divisões no interior do PLD. Em julho, dois grupos dissidentes do PLD realizaram uma histórica aliança com os socialistas do PSD (Partido Social-Democrata) e outros três partidos menores. Batizada de Komeito (Partido do Governo Limpo), a aliança culminou com formação de um novo governo. Em junho de 1994, o Japão passou a ser governado pelo seu primeiro chefe de governo socialista, Tomiichi Murayama.
Em março de 1995, a seita religiosa Aum Shinrikyo (Ensino da Verdade Suprema) realizou um ataque com o gás venenoso Sarin, no metrô de Tóquio, que resultou em 12 mortos e 5,5 mil pessoas intoxicadas. Este foi o primeiro de uma série de atentados com gases tóxicos realizados em outras cidades do Japão. A polícia prendeu os seguidores da seita, até que ela finalmente foi dissolvida, em outubro de 1995.
Em janeiro de 1996, o PLD retornou ao poder, indicando Ryutaro Hashimoto para o cargo de primeiro-ministro. O governo de Hashimoto teve de enfrentar uma série de escândalos no mercado financeiro, que criaram um clima de crise econômica e política.
Em 1998, a moeda japonesa, o iene, sofreu uma desvalorização jamais vista desde o fim da Segunda Guerra. Essa instabilidade cambial foi decisiva para a renúncia do primeiro-ministro Hashimoto.
Depois do afastamento de Hashimoto, um novo governo foi formado por Keizo Obuchi, mas ele morreu em maio de 2000. Em seu lugar, assumiu Yoshiro Mori, que não obteve sucesso ao implementar sucessivos pacotes de recuperação econômica. Além disso, novas denúncias de corrupção afetaram a imagem do governo. Mori deixou o cargo em abril de 2001. O ex-ministro da Saúde, Junichiro Koizumi, tornou-se o novo primeiro-ministro em meio a uma grave crise econômica, que forçou os analistas a reverem suas metas de crescimento do país para os próximos anos.
Eleições. Nas eleições de novembro de 2003, o PLD e seus aliados, o Partido Novo Komeito e o Novo Partido Conservador, conquistam maioria apertada. Nas eleições parciais para a Casa dos Conselhiros, em julho de 2004, o PLD sofre uma derrota, ao conquistar apenas 49 das 121 cadeiras em disputa, enquanto o Partido Democrático do Japão obtém 50. Apesar disso, a coalizão governamental mantém a maioria no Parlamento.
Em 2005, após o Parlamento rejeitar proposta para privatização dos correios do Japão, Koizumi dissolve a Casa dos Representantes e decide convocar eleições antecipadas, que ocorrem em setembro de 2005. O PLD de Koizumi vence ao conquistar 296 das 480 cadeiras em disputa, contra 113 do Partido Democrático do Japão.
Novo primeiro-ministro. Com a aposentadoria de Koizumi em setembro de 2006 e o fim de seu mandato, o PLD escolhe como chefe de gabinete do governo Shinzo Abe. O novo líder assume a chefia do governo com o objetivo de aprofundar as reformas liberais na economia implementadas por seu antecessor, com ênfase no sistema fiscal, na seguridade social e na aceleração da descentralização administrativa.
A renúncia. O mandato de Abe, no entanto, é curto. Em 12 de setembro de 2007, um ano após a ascenção ao cargo de primeiro-ministro, Shinzo Abe renuncia alegando como motivo a derrota política sofrida em julho - quando seu partido perdeu a maioria no Senado. Embora seus assessores afirmem que problemas de saúde tenham motivado o afastamento, pairam rumores de que Shinzo Abe teria sonegado impostos.
Moderado no poder. Após o mandato desastroso do nacionalista Shinzo Abe, o conservador moderado Yasuo Fukuda foi eleito primeiro-ministro do Japão. O novo líder promete melhorar a vida dos japoneses e diminuir as disparidades sociais atribuídas às reformas liberais de Koizumi. A princípio, o mandato de Fukuda encerra-se em setembro de 2009.
· Principais indústrias na atualidade
Toyota Motor, Sony e Honda estão entre as 25 empresas mais inovadoras do mundo, segundo a revista norte-americana BusinessWeek.
Ø Sony
Sony Corporation é uma multinacional japonesa, sendo o quinto maior conglomerado de mídia do planeta. Produz câmeras fotográficas, notebooks, celulares, televisores e mais.
} Toyota
A marca japonesa Toyota foi fundada em 1937 por Kiichiro Toyoda.
Toyota Motor Corp. (TMC) é uma empresa produtora de automóveis com sede na cidade de Toyota, província de Aichi. Além da marca Toyota, é proprietária das marcas Lexus, Scion e Daihatsu. É a segunda maior fabricante de automóveis do mundo.
} Honda
Honda Motor Company, Limited é um dos mais importantes fabricantes de automóveis e motocicletas do mundo. Fundada por Soichiro Honda, um jovem sonhador e realizador que desde a infância mostrava-se um visionário do seu tempo.
· Os tigres Asiáticos
Durante a Guerra Fria (1945-1989), período de grande rivalidade entre os Estados Unidos e a União Soviética, o Japão se projetou como potencia mundial e passou a servir de base e modelo para o desenvolvimento para alguns países da área do Pacífico.
Nessa época a China e a Coréia do Sul ameaçavam o equilíbrio de poder na região. Por serem países socialistas, o fato de se destacarem na Ásia representava uma ameaça aos interesses dos Estados Unidos em relação ao Japão e a seus parceiros.
O Japão teve o seu “boom econômico” na década de 80, quando seu crescimento assombroso chamou a atenção do mundo para o Extremo Oriente.
Depois disso, a ligação entre as nações asiáticas e o Japão, alem do caráter comercial e tecnológico, ganhou nova dimensão: de integração regional e de interesses comuns.
Os países que se beneficiaram de uma política de apoio promovida pelos Estados Unidos e pelo Japão foram chamados de Tigres Asiáticos. São eles: Cingapura, Coréia do Sul e Taiwan (Formosa), além de Hong Kong, hoje anexado à China.
Basicamente esses países apresentam em comum alguns fatores que favorecem a atração de recursos externos , o desenvolvimento industrial e a acumulação de capital:
- A posição estratégica em relação aos países socialistas;
- A superexploração da força de trabalho, com inexistência da maior parte dos direitos trabalhistas conhecidos no Ocidente, ale da restrição da associação sindical;
- Grande intervenção estatal na economia, principalmente no setor financeiro;
- Presença de governos autoritários, com cercamento da liberdade política;
- Concentração de capital, com formação de pouco conglomerados, em oligopólios em todas as etapas do processo produtivo e nos diferentes setores da economia;
- Reduzido o mercado interno;
- Considerável investimento em educação e qualificação de mão-de-obra.
One girl of ravenclaw ϟ: You, xx ⇢
Você me causa calafrios na barriga. Acontece uma confusão tão grande no meu estômago que eu não sei o quê sinto. Será que eu gosto de você? Ou será que estou apenas atraída? Não sei, realmente eu não sei. Você é tão maduro, tão especial, tão diferente. Mas que porra, por que justamente você tinha…


